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dc.contributor.authorViana, Douglas
dc.contributor.authorSilveira Rocha, Rafael Lacerda
dc.contributor.authorRibeiro, Ludmila
dc.date.accessioned2025-10-15T15:40:43Z
dc.date.available2025-10-15T15:40:43Z
dc.date.issued2023-03-11
dc.identifier.citationViana, D., Silveira Rocha, R. L., & Ribeiro , L. (2023). O crime (des)organizado em Minas Gerais: peculiaridades de um estado brasileiro. Espacio Abierto, 32(2), 14-31. https://doi.org/10.5281/zenodo.8075073en_US
dc.identifier.govdocpp 199202ZU44
dc.identifier.govdocPPI201502ZU4636
dc.identifier.issn1315-0006
dc.identifier.issn2477-9601
dc.identifier.otherDOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.8075073
dc.identifier.urihttp://bdigital2.ula.ve:8080/xmlui/654321/21461
dc.description.abstractNeste artigo refletimos sobre as dificuldades do Primeiro Comando da Capital (PCC) em se institucionalizar no estado de Minas Gerais. A partir de dados disponibilizados no âmbito de um processo penal que escrutinou a estrutura do PCC, obtidos através de escutas telefônicas autorizadas pela justiça, apresentamos as resistências aos três eixos estruturantes do Comando em razão da demanda de maior autonomia. Entendemos que essa independência para a sociabilidade dentro das prisões, para o estabelecimento de regras no comércio de drogas e para o uso da violência na administração de conflitos pessoais podem ser lidos como parte de uma dinâmica de masculinidade. Logo, os valores machistas, como a autonomia e a possibilidade de uso de violência para a solução de conflitos continua a ter papel de destaque na não subsunção dos “bandidos” da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), destoando-os das regras do Primeiro Comando da Capital de racionalização e previsibilidade das mortes. Em suma, Minas Gerais parece se aproximar das dinâmicas criminais masculinas do Rio de Janeiro, mas de uma forma mais fragmentada, dada a ausência de uma efetiva governança criminal em seu território, o que implica em constantes disputas entre pequenos grupos desviantes.en_US
dc.description.abstractIn this article we reflect on the difficulties of the First Command of the Capital (PCC) in institutionalizing itself in the state of Minas Gerais. Based on data made available in a criminal trial, obtained through wiretapping authorized by the court to scrutinize the structure of the PCC, we present the resistance that inmates and inhabitants of Minas Gerais have to the three structuring axes of the Command due to their demand for greater autonomy. We understand that this independence (i) for socialize within other inmates in prisons, (ii) for establish rules in the drug trade and (iii) for the use of violence can be read as part of a dynamic of masculinity. Therefore, sexist values, such as autonomy and the possibility of using violence to resolve conflicts, continue to play a prominent role in the non-subsumption of “bandits” in the Metropolitan Region of Belo Horizonte (RMBH, acronym in Portuguese) to the PPC authority. The behavior of Minas Gerais criminals clash with the rules of the First Command of the Capital, especially the ones related to the rationalization and predictability of deaths. In short, Minas Gerais seems to approach the male criminal dynamics of Rio de Janeiro, but in a more fragmented way, given the absence of effective criminal governance in its territory, which implies constant disputes between small deviant groups.en_US
dc.language.isootheren_US
dc.publisherUniversidad del Zuliaen_US
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/ve/en_US
dc.subjectPCCen_US
dc.subjectMinas Geraisen_US
dc.subjectdesorganização criminalen_US
dc.subjectautonomiaen_US
dc.subjectmasculinidadeen_US
dc.subjectcriminal disorganizationen_US
dc.subjectautonomyen_US
dc.subjectmasculinityen_US
dc.titleO crime (des)organizado em Minas Gerais: peculiaridades de um estado brasileiroen_US
dc.title.alternative(Un)organized crime in Minas Gerais: peculiarities of a Brazilian stateen_US
dc.typeArticleen_US


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